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Peeling Facial em BH

O peeling é um procedimento que promove a renovação da pele, estimulando a produção de colágeno e melhorando textura, luminosidade e uniformidade do tom. Indicado para reduzir manchas, linhas finas e marcas de acne, proporciona resultados visíveis de forma segura e progressiva.

O que é o peeling facial?

O peeling facial é um procedimento estético que utiliza substâncias químicas controladas para promover a renovação celular da pele. Em outras palavras, a técnica consiste na aplicação de ácidos específicos — como ácido glicólico, mandélico, salicílico ou tricloroacético (TCA) — que removem camadas superficiais ou intermediárias da pele, estimulando a produção de colágeno e a formação de uma nova camada cutânea mais uniforme e saudável.

Existem diferentes profundidades de peeling, e a escolha depende do objetivo do tratamento e das condições da pele do paciente. Por exemplo, o peeling superficial atua na camada mais externa (epiderme), sendo indicado para manchas leves, textura irregular e luminosidade. Por outro lado, o peeling médio penetra até a derme papilar, sendo mais eficaz para cicatrizes de acne, melasma moderado e linhas finas de expressão.

Na clínica da Dra. Juliana Avelino, cada protocolo de peeling é personalizado após uma avaliação detalhada da pele. Dessa forma, isso garante a escolha do ácido ideal, na concentração adequada, para entregar resultados visíveis com segurança e conforto. Em suma, o peeling facial é um dos tratamentos mais versáteis da dermatologia estética, com eficácia comprovada há décadas pela literatura científica.

Como funciona o peeling facial?

O que é o peeling facial?

O peeling facial é um procedimento estético que utiliza substâncias químicas controladas para promover a renovação celular da pele. A técnica consiste na aplicação de ácidos específicos — como ácido glicólico, mandélico, salicílico ou tricloroacético (TCA) — que removem camadas superficiais ou intermediárias da pele, estimulando a produção de colágeno e a formação de uma nova camada cutânea mais uniforme e saudável.

Como é realizado o procedimento?

O procedimento começa com uma avaliação facial completa, onde a Dra. Juliana analisa o tipo de pele, o grau de fotodano, a presença de manchas ou cicatrizes e o histórico de tratamentos anteriores. No dia da sessão, a pele é higienizada e desengordurada. Em seguida, o agente químico é aplicado de forma controlada com pincel ou gaze. O tempo de permanência do produto na pele varia conforme o tipo de peeling — geralmente entre 20 e 30 minutos para peelings superficiais. Após o tempo de ação, o produto é neutralizado ou removido, e a pele recebe hidratação e proteção solar.

Para quem o peeling facial é indicado?

O peeling facial é indicado para pessoas que apresentam manchas solares ou de acne, melasma, cicatrizes superficiais, textura irregular, poros dilatados, pele opaca e sem luminosidade, ou linhas finas. O procedimento não é indicado para gestantes, pessoas com feridas abertas ou infecções ativas na região facial, pacientes em uso de isotretinoína (Roacutan) há menos de seis meses, ou pessoas com histórico de cicatrização queloidal.

Quais são os resultados esperados?

Os primeiros sinais de melhora começam a aparecer entre 7 e 14 dias após a sessão, quando a pele conclui o processo natural de descamação e renovação. Para resultados mais expressivos e duradouros, geralmente são recomendadas entre 3 e 6 sessões, com intervalos de 15 a 30 dias entre elas. A melhora é cumulativa e contínua — manchas se tornam mais claras, cicatrizes ficam menos evidentes e a produção de colágeno é estimulada.

Histórias de Sucesso

Mais de 250 avaliações cinco estrelas no Google

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Perguntas

Respostas rápidas para perguntas

O peeling facial dói?

O peeling facial causa uma sensação de leve ardência ou formigamento durante a aplicação do ácido, mas na maioria dos casos essa sensação é bastante tolerável. A intensidade do desconforto varia conforme o tipo de peeling utilizado: peelings superficiais costumam causar apenas uma sensação de calor leve, enquanto peelings médios podem provocar um ardor mais perceptível, que dura alguns minutos. Na clínica da Dra. Juliana Avelino, o conforto do paciente é prioridade. A concentração do ácido é ajustada gradualmente, respeitando a tolerância individual. Se necessário, ventiladores ou compressas frias são utilizados para aliviar o desconforto durante a aplicação. Após o procedimento, a pele pode ficar levemente sensível, mas não há dor significativa. Não é necessário uso de anestesia para peelings superficiais.

Pode ser feito em qualquer tipo de pele?

O peeling facial pode ser adaptado para diferentes tipos de pele, mas nem todos os peelings são adequados para todas as pessoas. Peles mais escuras (fototipos IV a VI na escala Fitzpatrick) exigem cuidados especiais, pois apresentam maior risco de hiperpigmentação pós-inflamatória. Para esses casos, a Dra. Juliana utiliza ácidos com menor potencial irritativo, como o ácido mandélico ou o ácido tranexâmico, e realiza um preparo prévio da pele com dermocosméticos específicos. Peles muito sensíveis, com rosácea ativa ou dermatite, também precisam de avaliação cuidadosa antes de iniciar o tratamento. A Dra. Juliana avalia cada caso individualmente, garantindo que o peeling escolhido seja seguro e eficaz para o tipo de pele do paciente.

Quando aparecem os resultados do peeling?

Os resultados do peeling facial começam a ser percebidos entre 7 e 14 dias após a sessão, quando a pele conclui o ciclo natural de descamação e renovação celular. Nos primeiros dias, é normal que a pele fique levemente avermelhada e comece a descamar — esse processo é justamente o sinal de que a renovação está ocorrendo. Após a descamação, a pele nova que surge é mais lisa, luminosa e com tom mais uniforme. Para resultados mais completos, especialmente em casos de melasma, cicatrizes de acne ou fotodano mais acentuado, são necessárias múltiplas sessões. A cada sessão, os resultados se acumulam e se intensificam. A Dra. Juliana orienta cada paciente sobre o número ideal de sessões e os intervalos adequados para o seu caso.

Posso me expor ao sol depois do peeling?

A exposição solar após o peeling facial deve ser evitada ao máximo nos primeiros dias, e a proteção solar deve ser reforçada durante todo o período de tratamento. Após o peeling, a pele fica temporariamente mais fina e sensível à radiação ultravioleta, o que significa que a exposição ao sol pode causar queimaduras, hiperpigmentação e comprometer completamente os resultados obtidos. O uso de protetor solar com FPS 50 ou superior é obrigatório, com reaplicação a cada duas horas, mesmo em ambientes internos com luz natural. A Dra. Juliana enfatiza que o protetor solar é o principal aliado do peeling: sem ele, os benefícios do procedimento podem ser revertidos.

Quantas sessões de peeling são necessárias?

O número de sessões de peeling facial varia conforme o objetivo do tratamento, o tipo de peeling utilizado e a condição da pele do paciente. De forma geral, são recomendadas entre 3 e 6 sessões para a maioria dos casos, com intervalos de 15 a 30 dias entre elas. Para manchas solares leves e melhora de luminosidade, 3 sessões de peeling superficial podem ser suficientes. Já para melasma, cicatrizes de acne ou fotodano moderado, um protocolo mais longo, com 5 a 6 sessões, costuma ser necessário. Após o protocolo inicial, sessões de manutenção podem ser realizadas a cada dois ou três meses para preservar os resultados.

O peeling facial descasca muito?

A intensidade da descamação depende diretamente do tipo e da profundidade do peeling realizado. Peelings superficiais, como os à base de ácido glicólico ou mandélico, costumam causar uma descamação leve e fina, semelhante a uma pele ressecada, que dura de 2 a 4 dias. Peelings médios, como os à base de TCA (ácido tricloroacético), provocam uma descamação mais intensa, com placas maiores de pele se soltando ao longo de 5 a 7 dias. Durante a descamação, é fundamental não puxar ou arrancar a pele, pois isso pode causar manchas e cicatrizes. A Dra. Juliana orienta cada paciente sobre o que esperar e como lidar com a descamação.

Qual a diferença entre peeling químico e físico?

O peeling químico utiliza substâncias ácidas (como ácido glicólico, salicílico, mandélico ou TCA) que promovem a esfoliação da pele por meio de uma reação química controlada. Ele penetra de forma uniforme e pode atingir diferentes profundidades, sendo o tipo mais utilizado em consultório por oferecer resultados mais previsíveis e personalizáveis. Já o peeling físico remove as células mortas por meio de abrasão mecânica — como microdermoabrasão ou uso de cristais. Ele atua apenas na camada mais superficial da pele. Na prática clínica da Dra. Juliana Avelino, o peeling químico é o mais utilizado, por permitir um controle preciso da profundidade de ação.

O peeling é indicado para acne ativa?

O peeling pode sim ser utilizado em pacientes com acne, mas é necessário avaliar o estágio da condição. Em quadros de acne leve a moderada, com predomínio de cravos e espinhas pequenas, peelings à base de ácido salicílico são muito eficazes, pois esse ácido tem ação queratolítica e anti-inflamatória, ajudando a controlar a oleosidade e reduzir as lesões. No entanto, em casos de acne inflamatória severa, com nódulos, cistos ou muitas lesões pustulosas, o peeling pode irritar ainda mais a pele e agravar o quadro. Nesses casos, é preferível primeiro estabilizar a acne com tratamento medicamentoso e, depois, utilizar o peeling para tratar as cicatrizes e manchas residuais. A Dra. Juliana avalia cuidadosamente o tipo e a severidade da acne antes de indicar o peeling.